Doenças raras

Rara, mas disseminada: uma doença é considerada rara quando afeta menos de 5 em 10,000 pessoas. No entanto, mais de 300 milhões de pessoas no mundo inteiro vivem com uma doença rara. ref1 Quadros clínicos complexos dificultam o diagnóstico. O protótipo da ferramenta, para suporte de decisão clínica, da Ada pode ajudar no reconhecimento em tempo adequado da doença rara.

Doenças raras: um desafio a uma escala global

  • 1 em cada 17 pessoas tem uma doença rara ref2

  • 50% dos pacientes com doenças raras são crianças

  • 5 anos até chegar ao diagnóstico correto ref2

  • Mais de 6.000 doenças raras conhecidas ref1

Nossa Solução

“Não podemos aceitar o fato de que as pessoas que vivem com uma doença rara geralmente esperam seis anos pelo diagnóstico correto. A inteligência artificial nos dá a oportunidade de mudar isso e fazer a diferença na vida de milhões de pessoas em todo o mundo.”
Dr. Martin Hirsch
Co-founder & Chief Scientific Advisor

A inteligência artificial pioneira da Ada ajuda pacientes e médicos a alcançar melhores resultados de saúde:

  • O aplicativo Ada ajuda pacientes a entender os sintomas de doenças raras.
  • O protótipo da ferramenta da Ada, para o suporte da decisão clínica, pode ajudar os médicos na detecção precoce e correta das doenças raras. Leia nosso estudo para saber mais sobre o potencial da Ada em acelerar o reconhecimento de doenças raras.
  • Milhares de condições e sintomas

  • 9 anos de pesquisa e desenvolvimento de uma tecnologia única

  • Desenvolvida usando milhares de casos reais

Os Nossos Objetivos

  1. Capacitar e conscientizar os pacientes

    A Ada ajuda milhões de pessoas em todo o mundo a avaliar os sintomas de doenças raras e comuns, fornecendo informação médica escrita de uma forma simples e clara para ajudar as pessoas a entender melhor a sua saúde.

  2. Reduzir o tempo de diagnóstico

    O diagnóstico adequado em um estágio inicial ajuda a tornar os cuidados de saúde mais eficientes, a iniciar as terapias de maneira atempada e a evitar exames e testes desnecessários.

  3. Apoiar a colaboração e pesquisa clínica

    Os resultados são coletados em um sistema transparente que permite que os especialistas analisem as sugestões da Ada e compartilhem casos clínicos anônimos com outros colegas.


  1. Nguengang Wakap, S., Lambert, D.M., Olry, A. et al. “Estimating cumulative point prevalence of rare diseases: analysis of the Orphanet database”. European Journal of Human Genetics 28, 165–173 (2020).

  2. Rare Disease UK. “What is a rare disease?”