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Doença vascular periférica

  1. Visão geral
  2. Riscos
  3. Sintomas
  4. Diagnóstico
  5. Tratamento
  6. Prevenção
  7. Prognóstico

Visão geral

Doença vascular periférica (DVP), também conhecida como doença arterial periférica, é uma condição comum em que há um lento estreitamento e endurecimento dos vasos sanguíneos das pernas. Isso causa má circulação sanguínea e falta de oxigênio nos pés e pernas. Os fumantes são principalmente afetados. Outros fatores de risco são diabetes, colesterol alto, e pressão arterial elevada. Os sintomas típicos são dor, dormência, palidez, ardor e sensação de peso nas pernas. Pode-se fazer o diagnóstico com base nos sintomas e exame físico em uma pessoa que tem fatores de risco para desenvolver esta condição. O tratamento envolve algumas mudanças de estilo de vida, obter um bom controle de outras condições médicas existentes e, se os sintomas forem graves, cirurgia. Se esta condição não for gerida de forma correta, a contínua falta de oxigênio pode levar à morte dos tecidos dos pés e pernas e, no pior dos casos, exigir amputação.

Riscos

Doença vascular periférica é o termo médico para uma condição em que vasos sanguíneos (artérias) não transportam eficazmente o sangue para as pernas. Quando um tecido (uma substância que compõe o corpo) não recebe sangue e oxigênio suficientes, demora mais tempo para recuperar após uma lesão e pode eventualmente morrer. A causa mais comum para isso é a formação de um acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos, o que eventualmente causa seu estreitamento com a consequente diminuição ou mesmo bloqueio do fluxo de sangue para esse membro. Pessoas que fumam, que não fazem exercício regularmente, ou que têm outras condições médicas, especialmente diabetes, alta pressão arterial e níveis elevados de colesterol têm um maior risco de desenvolver esta condição. é mais frequente em pessoas com mais de 50 anos de idade, tornando-se mais comum com o avançar da idade. Os homens tendem a ser mais comumente afetados do que as mulheres.

Sintomas

Os sintomas mais comuns são dor, palidez, ardor e sensação de peso nas pernas ou pés. Estes podem começar leves e piorar ao longo do tempo. Muitas pessoas também sentem uma sensação dolorosa nos músculos das pernas durante o exercício, que melhora com o repouso. Outros sintomas podem ser uma perda de pelos nas pernas, dificuldade de sentir pulsação nos pés e uma coloração azul ou púrpura na pele. Nos homens, a disfunção eréctil pode também ser um sintoma desta condição.

Diagnóstico

O diagnóstico é frequentemente feito com base nos sintomas e no exame das pernas e mãos, especialmente em pessoas que se sabe terem risco de desenvolver esta condição. Frequentemente se faz um ultrassom, que examina especificamente o fluxo de sangue pelos vasos sanguíneos. Em alguns casos, especialmente antes de uma cirurgia, exames de imagem usando corante podem ser feitas para se poder examinar de perto os vasos sanguíneos (um angiograma) .

Tratamento

O tratamento de doença vascular periférica envolve mudanças no estilo de vida, tratar de quaisquer outras condições médicas existente e, por vezes, a cirurgia. Deixar de fumar, adotar uma dieta equilibrada e fazer exercícios regularmente pode ajudar a evitar que a doença vascular periférica se agrave. Conseguir um bom controle de outras condições médicas, especialmente pressão arterial alta, altos níveis de colesterol e diabetes também pode ajudar a parar a progressão desta condição e impedir o aparecimento de complicações. Se a condição estiver causando sintomas graves, pode ser necessário realizar cirurgia para corrigir o bloqueio ou remover as placas de gordura.

Prevenção

Deixar de fumar, adotar uma dieta equilibrada e fazer exercícios regularmente podem ajudar a prevenir esta condição. As pessoas com condições médicas que aumentam o risco de doença vascular periférica, tal como o diabetes, tensão arterial elevada e níveis elevados de colesterol, devem manter um bom controle destas condições e fazer exames médicos regularmente.

Prognóstico

A doença vascular periférica geralmente tende a piorar com o tempo, especialmente se a pessoa não tomar medidas para tratar dos fatores de risco. Muitos aprendem a controlar seus sintomas e não precisam de cirurgia. No entanto, a cirurgia pode ser uma boa opção para as pessoas que estão motivadas a mudar seu estilo de vida e que mantêm um bom controle de outras condições médicas existentes. Os portadores desta condição são mais propensos a ter um ataque cardíaco ou acidente vascular cerebral. Se não for bem gerida, esta condição pode causar feridas que não cicatrizam, infecções recorrentes nos tecidos e na pele, e, se ocorrer a morte dos tecidos dos pés e pernas, essa condição pode eventualmente exigir amputação.