Qualidade médica

Estudos clínicos mostram que a qualidade médica varia entre as diferentes tecnologias de saúde no mercado. Veja como uma abordagem baseada em evidência cientifica pode ajudá-lo a fazer a escolha certa.

O que faz a diferença

Nossos 5 pilares de qualidade médica são a base das nossas soluções empresariais de saúde.

    • Dispositivo médico CE Classe 1 , Classe IIa em processo
    • ISO 27001 (InfoSec Management)
    • Certificação ISO 13485  
    • De acordo com o RGPD
    • De acordo com o HIPAA
    • Líderes de grupos de trabalho: iniciativa de benchmarking padronizada da OMS

Por que a qualidade médica é importante

  • A regulamentação clínica e do setor oferece processos de controle de qualidade objetivos nos quais você pode confiar.

  • Uma boa experiência de usuário significa que as pessoas fornecem as informações certas para obter a orientação certa da tecnologia.

  • Uma cobertura abrangente de condições médicas significa que doenças de alto risco e raras não são perdidas ou diagnosticadas incorretamente.

  • A precisão médica pode ajudar a diminuir os prazos de detecção de doenças e acelerar o tratamento.

  • Aconselhamento com segurança pode ajudar a garantir que os profissionais de saúde vejam os pacientes que mais precisam deles no momento certo.

Como funciona a IA da Ada

Desenvolvida originalmente para dar apoio na tomada de decisões clínicas, nossos médicos criaram Ada para pensar como um médico. A precisão clínica de médicos humanos está no nosso DNA desde o início. Conheça alguns dos nossos especialistas médicos.

  1. 1. Iniciar avaliação

  2. 2. Execução de raciocínio probabilístico

  3. 3. Fornece orientação médica

  4. 4. Reune Feedback

  5. 5. Revisão por especialista médico

  6. 6. Otimização da base de conhecimento

Vamos melhorar a saúde juntos.

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  1. Miller, S., Gilbert, et al. JMIR (2020), doi:10.2196/19713.

  2. Scheder-Bieschin, J., et al. (2020), doi: 10.1101/2020.11.13. 20230953

  3. Gilbert, S. et al. medXriv, (2020). doi.org/10.1101/2020.05.07.20093872.

  4. Ronicke, S. et al. Orphanet. (2019). doi: 10.1186/s13023-019-1040-6

  5. Gilbert, S. et al. medXriv, (2020). doi: 10.1101/2020.05.07.20093872.

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