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Transtorno de personalidade limítrofe

  1. Visão geral
  2. Riscos
  3. Sintomas
  4. Diagnóstico
  5. Tratamento
  6. Prevenção
  7. Prognóstico

Visão geral

Transtorno de personalidade limítrofe, ou transtorno da personalidade borderline (TPB) é uma condição em que uma pessoa desenvolveu determinados traços de personalidade e padrões de comportamento que causam problemas socialmente e nos relacionamentos. Isso não é necessariamente uma doença, mas isso pode tornar alguns aspectos de sua vida difíceis. Pessoas com uma personalidade bordeline tendem a ter humor instável e dificuldade em controlar seus pensamentos e emoções. Essas pessoas tendem a agir impulsivamente. Esses traços, às vezes, levam a comportamento auto-prejudicial, dificuldade em relacionamentos e reações excessivas a eventos estressantes. Esses traços de personalidade tendem a se desenvolver em pessoas que tiveram uma infância ou adolescência difíceis. O tratamento pode ser obtido através de aconselhamento psicológico.

Riscos

A personalidade é a maneira como uma pessoa interage com outras pessoas e reage a eventos em sua vida. A personalidade é formada durante a infância como resultado de relações familiares, experiências de infância e dificuldades. Traços de personalidade também podem ser parcialmente herdados de seus pais. Se as pessoas desenvolvem traços de personalidade que lhes causam dificuldade na vida, isso é chamado de transtorno de personalidade. Uma das principais causas de transtorno de personalidade borderline (TPB) é uma experiência traumática na infância. Isso pode ter sido por negligência dos pais, abuso sexual e violência física. O TPB é relativamente comum; estima-se que cerca de 3% da população geral possa apresentar estes traços. Tende a afetar mais comumente mulheres do que homens. Esses traços de personalidade tendem a causar a maioria dos problemas no início da idade adulta e tornam-se menos problemáticos à medida que as pessoas envelhecem.

Sintomas

Pessoas com uma personalidade borderline tendem a ter um humor instável e dificuldade em controlar seus pensamentos e emoções, podendo muitas vezes sentir emoções conflitantes. Tendem a agir impulsivamente e, às vezes, agressivamente. Esses traços, por vezes, levam a um comportamento auto-prejudicial, dificuldade em relacionamentos e reações excessivas a eventos estressantes. Essas pessoas frequentemente sentem que experienciam os mesmos problemas em diferentes relacionamentos. Comportamentos de risco, como consumir drogas, distúrbios alimentares e uma tendência a causar danos a si mesmo podem ser comuns.

Diagnóstico

O diagnóstico de transtorno de personalidade limítrofe, ou transtorno da personalidade borderline é feito após uma avaliação psicológica profunda, que considera vários aspectos da vida da pessoa. O diagnóstico é muitas vezes difícil, posto que as pessoas com transtorno de personalidade limítrofe muitas vezes tiveram várias experiências complicadas que formaram a sua personalidade. Para fazer o diagnóstico de transtorno de personalidade limítrofe, o médico deve excluir outras causas para os sintomas, como depressão, ansiedade ou transtorno de estresse pós-traumático.

Tratamento

A terapia visa ensinar as pessoas com esses traços de personalidade como tratar suas dificuldades e relacionamentos e como controlar o comportamento impulsivo. Isso geralmente é feito por um psicólogo. Pode levar tempo para uma pessoa com DPB aprender novas maneiras de lidar com problemas, mas esta terapia pode ser eficaz se a pessoa for determinada. Pode-se prescrever medicamentos para ajudar a combater sintomas de depressão ou ansiedade, porque as pessoas com DPB muitas vezes também têm essas condições.

Prevenção

É difícil evitar o transtorno de personalidade borderline. Dar apoio estável e amoroso a uma criança ou jovem que está passando por momentos difíceis pode ajudar, assim como pode o reconhecimento precoce e tratamento de traços de personalidade difícil.

Prognóstico

Pode ser difícil tratar o transtorno de personalidade borderline, mas o tratamento é possível com aconselhamento e apoio. As pessoas com TPB não tratada podem crescer e melhorar de alguns aspectos da doença, mas podem continuar a ter dificuldade em algumas áreas de suas vidas.