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Diabetes insipidus

  1. Visão geral
  2. Riscos
  3. Sintomas
  4. Diagnóstico
  5. Tratamento
  6. Prognóstico

Visão geral

Diabetes insipidus é uma condição hormonal que interfere com o equilíbrio da água no corpo. Esta condição ocorre quando o hormônio antidiurético (ADH) não age adequadamente sobre os rins, fazendo com que estes eliminem mais água do que o necessário. Essa condição faz a pessoa sentir mais sede do que o normal e produzir grandes volumes de urina diluída. Essa condição pode afetar pessoas de todas as idades. O prognóstico geralmente é bom, embora possa causar a desidratação e desequilíbrio eletrolítico.

Riscos

Diabetes insipidus é uma condição que interfere com o controle da água no corpo. Um hormônio conhecido pela sigla em inglês ADH (hormônio antidiurético) é responsável por ajudar os rins a manter os níveis de água adequados. Se não houver ADH suficiente ou os rins não reagirem ao ADH no sangue, mais água será perdida sob a forma de urina. Danos à glândula pituitária ou ao hipotálamo (as partes do cérebro responsáveis ​​por produzir o ADH) ou danos aos rins podem causar esta condição. Alguns medicamentos podem tornar os rins menos sensíveis ao ADH. A gravidez também pode causar esta condição, embora isso não seja muito comum. Algumas pessoas desenvolvem esta condição sem qualquer causa óbvia. Diabetes insipidus pode afetar pessoas de todas as idades.

Sintomas

Os sintomas típicos incluem sentir mais sede do que o habitual, beber grandes quantidades de água e produzir grandes volumes de urina. Algumas pessoas chegam a produzir até 20 litros de urina por dia. Outros sintomas incluem acordar no meio da noite para urinar (noctúria). As pessoas com essa condição podem se desidratar se não beberem líquidos suficientes para substituir a água perdida na urina. As crianças podem ter febre, perda de apetite, vômitos, diarreia ou perda de peso.

Diagnóstico

O diagnóstico em geral é feito com base nos sintomas e em testes de sangue e urina. Alguns testes especializados podem ser feitos, como o teste de privação de água, onde a quantidade de urina produzida é medida e comparada com a quantidade de água consumida durante um determinado período. Podem ser feitos exames de ressonância magnética (RM) do cérebro para investigar a glândula pituitária.

Tratamento

O tratamento depende da causa do diabetes insipidus. Em alguns casos pode ser necessário aumentar a ingestão de água para evitar a desidratação. Muitas vezes é necessário fazer substituição de ADH. Reduzir ou eliminar o sal da alimentação é frequentemente recomendado.

Prognóstico

A maioria das pessoas reage bem ao tratamento. As complicações incluem desidratação e desequilíbrio eletrolítico severo.