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Aborto espontâneo

  1. Visão geral
  2. Riscos
  3. Sintomas
  4. Diagnóstico
  5. Tratamento
  6. Prevenção
  7. Prognóstico

Visão geral

O aborto espontâneo é a perda súbita de uma gravidez antes da 20ª semana de gestação. Isso ocorre mais comumente nas primeiras 7 semanas. Embora haja muitas causas possíveis, em muitos casos a causa exata é desconhecida. O sintoma mais comum é sangramento na vagina, que pode ser associado a cólicas na parte inferior do abdome. Geralmente se faz o diagnóstico com uma série de exames de sangue e uma ecografia. Algumas pessoas podem optar por deixar passar o aborto naturalmente, enquanto outras podem preferir ter tratamento médico após um aborto espontâneo. O apoio emocional para a família é uma parte importante do tratamento e pode ser útil o aconselhamento. Em muitos casos, o aborto é um evento único, e uma mulher que teve um aborto espontâneo pode continuar a ficar grávida novamente sem dificuldade.

Riscos

Um aborto é uma perda de uma gravidez antes do final da 20ª semana de gestação. A maioria dos abortos espontâneos ocorrem durante as primeiras 7 semanas de gravidez. Há muitas condições que podem causar aborto, mas em muitos casos a causa exata é desconhecida. Mulheres que têm mais de 30 anos de idade têm um maior risco de ter um aborto espontâneo, e esse risco aumenta com a idade. Algumas condições médicas podem provocar abortos múltiplos, especialmente doenças auto-imunes (em que o sistema imunitário ataca os tecidos do próprio corpo) e condições hormonais. Algumas infecções podem causar aborto. Outras coisas que aumentam o risco de aborto incluem uso de drogas e álcool, obesidade e tabagismo durante a gravidez, .

Sintomas

O sintoma mais comum de aborto espontâneo é sangramento vaginal. Pode haver cólicas e dor no baixo abdômen. Pode existir a passagem de alguns coágulos ou fluido pela vagina.

Diagnóstico

O diagnóstico de um aborto espontâneo é feito com base nos sintomas e exame ginecológico, juntamente com exames de sangue e uma ultrassonografia. Pode-se fazer exames de sangue ao longo de um período de dias para acompanhar um hormônio da gravidez chamado beta-hCG (gonadotrofina coriônica humana) para ver se a gravidez está evoluindo. Os níveis deste hormônio caem quando ocorre um aborto. Pode-se fazer um ultra-som do útero para ver se há algum sinal de gravidez. Este exame pode não ser confiável nas primeiras semanas de gravidez, de forma que os exames de sangue tendem a dar uma informação mais confiável. Se uma mulher teve vários abortos, deve-se fazer outros testes para investigar a causa.

Tratamento

Existem algumas opções de tratamento após um aborto espontâneo. Muitas pessoas podem optar por esperar, e permitir que o aborto progrida naturalmente. Faz-se um escaneamento e um exame de sangue para ver se é necessário qualquer outro tratamento. Algumas pessoas podem precisar de tomar medicação ou ter um procedimento cirúrgico para remover restos de tecido. Um aborto pode ser um evento difícil, e assim sendo, para algumas famílias pode ser importante um bom apoio emocional e aconselhamento profissional.

Prevenção

Em muitos casos, um aborto não consegue ser prevenido. Poderá ser benéfico para mulheres que têm alguma condição médica, discutir os riscos de uma gravidez com o seu médico antes de ficar grávida, para ver se devem ser tomadas medidas para reduzir o risco de aborto. Existem algumas condições que podem provocar abortos múltiplos, por isso estas condições devem ser investigadas e tratadas. Algumas medidas que podem reduzir o risco de ter um aborto espontâneo são, entre outras, parar com bebidas alcoólicas e cigarros antes de ficar grávida, certificar-se que as vacinas estão em dia, tratar infecções se houver, e manter um peso saudável.

Prognóstico

A maioria dos abortos espontâneos são eventos únicos e a maioria das mulheres podem e vão engravidar após um aborto espontâneo.